Campus Party 2011

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Na velocidade que as coisas acontecem na internet, esse assunto já é pré-histórico. Mas esse blog nunca teve a fama de trazer assuntos atuais, mesmo.

A Campus Party 2011 aconteceu na semana passada,  no Centro de Exposição Imigrantes, de 17 a 23 de janeiro. Foi minha primeira Campus Party, então não posso fazer uma comparação com as anteriores. O fato é que se ouvia muitas críticas negativas vindas de quem já frequentou a feira em suas versões passadas.

A falta de organização era clara em certos momentos: quando cheguei, fui barrado na porta antes de poder fazer o crachá de acesso, porque faltou energia. Pra piorar, depois que a energia voltou, precisei esperar por 2 horas – numa fila de menos de 10 pessoas – para conseguir o crachá, porque o sistema de crendenciamento estava offline. Com um pouco de fé, consegui entrar.

A quantidade de pessoas dentro da feira era impressionante. Praticamente nenhum canto vazio. Muitas pessoas jogando em seus computadores, assistindo filmes, fazendo transmissões ao vivo via webcam para seus blogs, fórums etc. Apesar de todo mundo se mostrar sempre ocupado e entretido com alguma coisa, a sensação que me marcou foi a falta de proprósito da feira.

Os palcos destinados às palestras ficavam nos cantos, quase escondidos, de forma que não chamavam atenção das pessoas, que estavam totalmente compenetradas em seus jogos. Assisti a duas palestras muito interessantes sobre o mercado de games brasileiro. E eu podia escolher meu assento a dedo, já que menos de 50 pessoas voltaram sua atenção aos palestrantes.

Fiquei com a sensação de que deveria existir um palco principal (no centro), onde as palestras e apresentações fossem anunciadas ou realizadas.

O lado bom da feira foram algumas exposições legais. Na área de simulação, encontrei 4 cockpits de aviões, por onde se jogava Flight Simulator X, numa tela de sei-lá-quantas-polegadas.

Ainda na mesma área, experimentei um software de treinamento para aeromodelismo. Achei tão divertido quanto a coisa real — talvez porque ainda não testei a coisa real. Eu meti a cara lá e pedi para o moço me deixar tentar, já que ele não se mostrou disposto a passar o controle.

Também havia uma exposição de armas AirSoft, que são praticamente réplicas de armas verdadeiras e atiram bolinhas. Os expositores estavam todos fardados e quando pedi para ver uma das armas, ele respondeu: “mas não vou tirar a bandoleira do meu pescoço”. Aquele lá amava sua arma.

Infelizmente não pude me dedicar 100% do tempo a procurar coisas interessantes, já que também estava lá como expositor.

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